crespamesmo

Crespa

Desde o século passado.

3 years ago

33 Likes
2 Comments
0
Boa noite pra quem é  de boa noite. Bom dia pra quem é  de bom dia!

Boa noite pra quem é de boa noite. Bom dia pra quem é de bom dia! - 3 years ago

5 Likes
0 Comments
0
Poema N

Poetisas gostam de observar caladas, 
O que tem brilho. 
Como não  poderiam admirar uma pele
De Sol, 
Como se pôr resistência, mansa ?
Enquanto esses cristais profundos provocam?
Já  nem sei se são tais quias os esverdeados

E se se adquire liberdade em ti. 
Anoitece sem efeito notícias ruins, 
Palavras afiadas
Figuras sem brilho algum
Exatamente.
Isso é poder!

E quando falam de amor, não duvido das suas analogias, inclusive se forem muitas 
Vai que no teu correio há poema-pergunta!?
Reveja seus tweets, dizeres, sua estrada, sua dispendiosa disposição
E no agora a poetisa irá se esclarecer:
Uma JASMINE combina e quer uma MERIDA !!
Abelha busca mel 
Bem-te-vi busca flor 
E abertamente reivindica um pouco maos de razão,  pois mulher 
E sim há aqui meras coincidências 
Bem como a nossa vivência 
Todo o mundo vê, menos você mesmo
São às 24 horas, que sonho passar contigo muitos anos...à anos-luz
Codinome alemão
 Nenhum arquivo ou o contrário... e é cínico
Nós e  filhos. 
Que poderíamos querer mais? 
Se nós aqui estamos como letras garrafais, pesando em cada uma cada dia mais
Quero-quero, não há mais colchetes reversos
Isso é falta de medo!
Ou talvez uma música
"Mentiras sinceras me interessam...", e outra,
"E se quiser saber 'pra onde eu vou, 'pra onde tenha sol, é 'pra lá  que eu vou..."
Mas irão  implorar uma verdade 
Qual a tua mensagem? Apresente-a já!
Tempo nao perca. Perde-o e negocia-o.
Vou confundir os tolos para acarinhar o âmago
Vou enganar a todos pra morar num abraço
Ou permanecer alma ruiva... Então, abre a audição! 
No meu o outro sempre irá estar! (#crespamesmo)

Poema N Poetisas gostam de observar caladas, O que tem brilho. Como não  poderiam admirar uma pele De Sol, Como se pôr resistência, mansa ? Enquanto esses cristais profundos provocam? Já  nem sei se são tais quias os esverdeados E se se adquire liberdade em ti. Anoitece sem efeito notícias ruins, Palavras afiadas Figuras sem brilho algum Exatamente. Isso é poder! E quando falam de amor, não duvido das suas analogias, inclusive se forem muitas Vai que no teu correio há poema-pergunta!? Reveja seus tweets, dizeres, sua estrada, sua dispendiosa disposição E no agora a poetisa irá se esclarecer: Uma JASMINE combina e quer uma MERIDA !! Abelha busca mel Bem-te-vi busca flor E abertamente reivindica um pouco maos de razão, pois mulher E sim há aqui meras coincidências Bem como a nossa vivência Todo o mundo vê, menos você mesmo São às 24 horas, que sonho passar contigo muitos anos...à anos-luz Codinome alemão Nenhum arquivo ou o contrário... e é cínico Nós e filhos. Que poderíamos querer mais? Se nós aqui estamos como letras garrafais, pesando em cada uma cada dia mais Quero-quero, não há mais colchetes reversos Isso é falta de medo! Ou talvez uma música "Mentiras sinceras me interessam...", e outra, "E se quiser saber 'pra onde eu vou, 'pra onde tenha sol, é 'pra lá que eu vou..." Mas irão implorar uma verdade Qual a tua mensagem? Apresente-a já! Tempo nao perca. Perde-o e negocia-o. Vou confundir os tolos para acarinhar o âmago Vou enganar a todos pra morar num abraço Ou permanecer alma ruiva... Então, abre a audição! No meu o outro sempre irá estar! (#crespamesmo ) - 3 years ago

7 Likes
0 Comments
0
Poema de muitos anos
Saudade deve ser  como banho de rio como quem almeja um filho 
Que nunca existiu  como receber um presente 
Como não  ter desafios 
Tanpoco esperanza
Como o rústico 
Como o exótico 
Ter um farol de milha em meio ao deserto...
Ser um punhado do metal amarelo 
E no centro de um globo novo 
Onde se aportar futuro 
Ponto-a-ponto navegar , âncora
Em cada estágio nada avançar 
Numa velocidade regular 
Poeira remover
Limpar o rosto e revolver
Surpresa já não há 
Como exagerar num violão de sábado 
Como destruir todo um bordado e começar de novo.
Daí, ir se retirando...
Como? De uma vez ! Em silêncio.
Nostalgia deve ser como aquela que se desfaz. (#crespamesmo)

Poema de muitos anos Saudade deve ser como banho de rio como quem almeja um filho Que nunca existiu como receber um presente Como não ter desafios Tanpoco esperanza Como o rústico Como o exótico Ter um farol de milha em meio ao deserto... Ser um punhado do metal amarelo E no centro de um globo novo Onde se aportar futuro Ponto-a-ponto navegar , âncora Em cada estágio nada avançar Numa velocidade regular Poeira remover Limpar o rosto e revolver Surpresa já não há Como exagerar num violão de sábado Como destruir todo um bordado e começar de novo. Daí, ir se retirando... Como? De uma vez ! Em silêncio. Nostalgia deve ser como aquela que se desfaz. (#crespamesmo ) - 3 years ago

5 Likes
0 Comments
0
Poema 24 horas
Omitir... omitir... não mais! Termine aí!
Com ou sem ela,  ave desbravadora: 
Um punhal de perigo, e algumas pétalas, 
E hoje e sempre,  esta lágrima tingida!

Sim! Sei que meu norte reside e ama o sambar; 
Muitos inimigos, lê e revê agouros! 
Que a têm, odeias todos
Como se Tivessen consciência doce, e perdessem. Minuto a minuto.

Tens falado só, para os olhos de serpente!
Mesmo ela, que te entende, se perde
Logo tu que massageias ao teor do vinho
Logo tu que ofereces um jantar de estórias
Logo tu! Jogaram as chaves, livre acesso
Logo tu que agora é uma casa às apostas
Água morna, cama e fala, macias....
em teu exílio, ah!, se acabar
Atitude, pois, ô azar, poema-ambulante!
Contemplar… contemplar… talvez possa se ouvir… quem sabe?
(#crespamesmo )

Poema 24 horas Omitir... omitir... não mais! Termine aí! Com ou sem ela, ave desbravadora: Um punhal de perigo, e algumas pétalas, E hoje e sempre, esta lágrima tingida! Sim! Sei que meu norte reside e ama o sambar; Muitos inimigos, lê e revê agouros! Que a têm, odeias todos Como se Tivessen consciência doce, e perdessem. Minuto a minuto. Tens falado só, para os olhos de serpente! Mesmo ela, que te entende, se perde Logo tu que massageias ao teor do vinho Logo tu que ofereces um jantar de estórias Logo tu! Jogaram as chaves, livre acesso Logo tu que agora é uma casa às apostas Água morna, cama e fala, macias.... em teu exílio, ah!, se acabar Atitude, pois, ô azar, poema-ambulante! Contemplar… contemplar… talvez possa se ouvir… quem sabe? (#crespamesmo ) - 3 years ago

7 Likes
0 Comments
0
...Para acalmar, se colar, um poema:
Voou de gato:
Se te assisto como o sol ao verão
É por estarmos certos que esse vermelho
Em extinção, espalha as cartas-espelho 
E o tempo do silêncio grita refrão 
Tu brigas com o sol sem dó. "Coisinha"!
Várias vias para despistar com frieza;
Balão é belo de declinar espinha,
na narrativa mutação de sua natureza.

Mas à teu horário tudo é efêremo tornando-se eterno,
E a beleza sintoniza desconfiança;
Mas hei de chegar à resposta do meu tempo perdido:

Nestas linhas travadas me arreio e pendo
Eu sou péssima com sentimentalismo
Aos versos vivos te faria viver até meus pesadelos 
Será que tu faria dupla com a lua?
Será tão difícil essa literatura?
Pondo agora cinzas nesta tela nua!
Estão assim as falas, tão "cabeludas"? É  um triângulo, pássaro!
Sempre foi, sempre soube disso
Dois ninhos, separados por um rio (#crespamesmo )

...Para acalmar, se colar, um poema: Voou de gato: Se te assisto como o sol ao verão É por estarmos certos que esse vermelho Em extinção, espalha as cartas-espelho E o tempo do silêncio grita refrão Tu brigas com o sol sem dó. "Coisinha"! Várias vias para despistar com frieza; Balão é belo de declinar espinha, na narrativa mutação de sua natureza. Mas à teu horário tudo é efêremo tornando-se eterno, E a beleza sintoniza desconfiança; Mas hei de chegar à resposta do meu tempo perdido: Nestas linhas travadas me arreio e pendo Eu sou péssima com sentimentalismo Aos versos vivos te faria viver até meus pesadelos Será que tu faria dupla com a lua? Será tão difícil essa literatura? Pondo agora cinzas nesta tela nua! Estão assim as falas, tão "cabeludas"? É um triângulo, pássaro! Sempre foi, sempre soube disso Dois ninhos, separados por um rio (#crespamesmo ) - 3 years ago

1 Likes
0 Comments
0
Tardinha:
Euzinha e os gatos...
Sobre os telhados do marasmo
Aos 'mi...aus' perguntam-me à ruídos incompreensíveis 
Da calmaria de minhas tardes em pés descalços

Devaneios de cabeça-bússola
Pausas que dou-me com olhos cerrados
íntegra aos sentidos de música como se já não fossem sensíveis
Ao regionalismo que o verso pontua

Sol as vezes martelo...
Que caleja nosso chão
As sementes são o teto
Cantarolando com os gatos
Reflexão , a natural, nossa estação!
(#crespamesmo)
#poema
#écogla 
#poetisa 
#nãoémesmo?! #eapois?!
#PoisÉ 
#óia 
#aaauu 
#inté, vulgo #tchau!

Tardinha: Euzinha e os gatos... Sobre os telhados do marasmo Aos 'mi...aus' perguntam-me à ruídos incompreensíveis Da calmaria de minhas tardes em pés descalços Devaneios de cabeça-bússola Pausas que dou-me com olhos cerrados íntegra aos sentidos de música como se já não fossem sensíveis Ao regionalismo que o verso pontua Sol as vezes martelo... Que caleja nosso chão As sementes são o teto Cantarolando com os gatos Reflexão , a natural, nossa estação! (#crespamesmo ) #poema #écogla #poetisa #nãoémesmo ?! #eapois ?! #PoisÉ #óia #aaauu #inté , vulgo #tchau ! - 4 years ago

6 Likes
0 Comments
0
Vida de escrita:
os vira-latas fudendo
E eu, vira-lata, compondo
Tua formosura, inspiração de poesia, Semi-humano,
Me aloprando, apenas suponho.
Os vira-latas fudendo,
E eu, vira-lata, compondo
A lua tão brilhosa lá longe
E meu verso no birô- SE RECOMPONDO

Os vira-lastas fudendo,
E eu, vira-lata, compondo
Ladrões do "dinheiro público", fugindo,
E o pobre cada vez mais pobre ficando.
Os vira-latas fudendo,
E eu, vira-lata, compondo
A África se renovando
A Europa se esculhambando.

Os vira-latas fudendo,
E eu, viralata, compondo
O nordeste secando! 
Ave Maria! A poesia morrendo...
A lua brilhosa lá longe,
A lua brilhosa, inspiração de poesia, semi humano,
e MEU VERSO NO BIRÔ- SE RECOMPONDO
(#Crespamesmo)
#poema 
#rondó
#poetisa 
#nãoémesmo?!

Vida de escrita: os vira-latas fudendo E eu, vira-lata, compondo Tua formosura, inspiração de poesia, Semi-humano, Me aloprando, apenas suponho. Os vira-latas fudendo, E eu, vira-lata, compondo A lua tão brilhosa lá longe E meu verso no birô- SE RECOMPONDO Os vira-lastas fudendo, E eu, vira-lata, compondo Ladrões do "dinheiro público", fugindo, E o pobre cada vez mais pobre ficando. Os vira-latas fudendo, E eu, vira-lata, compondo A África se renovando A Europa se esculhambando. Os vira-latas fudendo, E eu, viralata, compondo O nordeste secando! Ave Maria! A poesia morrendo... A lua brilhosa lá longe, A lua brilhosa, inspiração de poesia, semi humano, e MEU VERSO NO BIRÔ- SE RECOMPONDO (#Crespamesmo ) #poema #rondó #poetisa #nãoémesmo ?! - 4 years ago

8 Likes
0 Comments
0
Balada de uma noite bem dormida:
Quero-quero te descrever
Mais do que já pude
E será todo sincero 
E será todo  negro 
Do Às ao Duque
Quero-quero te  descrever 
Dane-se o azar! Que se acuse!

Quero-quero te descrever 
Como insisto em descrever o tempo
Imaginando o cheiro das plantas
Setembro veio com chuva por dentro 
Na mão, ramo da violeta 
Ambos agora sobre almofada 
Quero-quero  descrever a cena 
Qual o filme está vendo agora?

Ainda posso mais descrever
Virou notícia, o amor da louca 
Mas não é história, pode crê! 
Você virou ferida na minha língua 
Esta noite te vi pressentindo 
Cada enigma, cada enigma 
Até aqui já percebe que faz sentido 
Agora, e a palavra, serve pra quê?! Quero-quero te descrever atávica 
Não é deste estado meu estado
Portanto a cavaleira solitária 
Cavalga no avesso acessado
Olhe os versos, te conheço cada lado

E é pronta e mala
E degustação nas mãos
Sobre o barquinho em noite aluarada 
Quero-quero te descrevo já calma
Te descrever vai me aliviar a tensão 
Quero-quero te descrever, linha alada
Não tenho ouvido essa fala tímida 
Senão pela web à madrugada 
Procurei aquela canção apaixonada 
Que já conhece, e te enviei, garantida.

Te descrever de amor e nostalgia 
No reino da Crespamesmo, já te conheci
Ver ou não ver , eis a melancolia!
O lucro é em silêncio saber: posso amar.
Te descrever atravessou minha arte
Do mosteiro urbano, serenata soar. 
Quero-quero te descrever 
E todas as músicas cabem 
Da tenra imaginação, imaginem
Vinho velho se torne
Até essa outra Terra aí!
Em versos me envolve 
Outro gole
Sonhando  cavalgo 
E com tudo isso enfim finalizar
O meu novelo está feito 
Não sei mais o que versar 
Sonhando cavalgo 
Quero te descrever em presença 
O que ninguém há de descrever 
Despindo palavras, estrela negra!
Nos cantos, no chão 
Eu, métrica sofregra 
Enchi balões por tanto te escrever 
Rompem-se!, em assobios que voão 
Seja lá o que venha com este poema
Do Às ao Duque
Seja lá o que venha, se vier
Seja lá o que venha se dissolver 
O que tinha que ser, foi! Você se leu.
BlackJack! Atue, vulgo abuse.
Aí  poderá minha transparência ver 
O te descrever  não é um dilema. Percebeu? (#crespamesmo)
#poema
#poetisa

Balada de uma noite bem dormida: Quero-quero te descrever Mais do que já pude E será todo sincero E será todo  negro  Do Às ao Duque Quero-quero te descrever Dane-se o azar! Que se acuse! Quero-quero te descrever Como insisto em descrever o tempo Imaginando o cheiro das plantas Setembro veio com chuva por dentro  Na mão, ramo da violeta  Ambos agora sobre almofada  Quero-quero descrever a cena Qual o filme está vendo agora? Ainda posso mais descrever Virou notícia, o amor da louca  Mas não é história, pode crê!  Você virou ferida na minha língua Esta noite te vi pressentindo  Cada enigma, cada enigma Até aqui já percebe que faz sentido  Agora, e a palavra, serve pra quê?! Quero-quero te descrever atávica Não é deste estado meu estado Portanto a cavaleira solitária  Cavalga no avesso acessado Olhe os versos, te conheço cada lado E é pronta e mala E degustação nas mãos Sobre o barquinho em noite aluarada Quero-quero te descrevo já calma Te descrever vai me aliviar a tensão Quero-quero te descrever, linha alada Não tenho ouvido essa fala tímida Senão pela web à madrugada Procurei aquela canção apaixonada Que já conhece, e te enviei, garantida. Te descrever de amor e nostalgia No reino da Crespamesmo, já te conheci Ver ou não ver , eis a melancolia! O lucro é em silêncio saber: posso amar. Te descrever atravessou minha arte Do mosteiro urbano, serenata soar. Quero-quero te descrever E todas as músicas cabem Da tenra imaginação, imaginem Vinho velho se torne Até essa outra Terra aí! Em versos me envolve Outro gole Sonhando cavalgo E com tudo isso enfim finalizar O meu novelo está feito  Não sei mais o que versar Sonhando cavalgo Quero te descrever em presença O que ninguém há de descrever  Despindo palavras, estrela negra! Nos cantos, no chão  Eu, métrica sofregra  Enchi balões por tanto te escrever  Rompem-se!, em assobios que voão Seja lá o que venha com este poema Do Às ao Duque Seja lá o que venha, se vier Seja lá o que venha se dissolver  O que tinha que ser, foi! Você se leu. BlackJack! Atue, vulgo abuse. Aí poderá minha transparência ver  O te descrever não é um dilema. Percebeu? (#crespamesmo ) #poema #poetisa - 4 years ago

7 Likes
0 Comments
0
Brusca
Sinalizando cansaço, meu pássaro-poema foi pondo poesia em tudo, pois nunca se sabe o quanto de dispersão uma pessoa pode ter. E todo esse documento ficará embrulhado por aí...
nas caixas de correio. Física ou não. Real, virtual. Fala Direta? E algo me diz que não podem sair sozinhos de lá, muito menos se lerem. E acaso se lerem, não vai dá 'pra ouvir. É o caso de procurar, abrir. Ora! Uma vez desconfiado... Ai! Ai! Ui! Ui! Quanta pena suada atirada lá embaixo!
(#crespamesmo)
#poetisa
Parte II
Abro a janela!
Meu passaro-poema me conta  fatos:
Declaração amorosa é secreta por natureza, mas caixa de correio também.
Há dificuldades que nem uma águia consegue combater. Que dirá euzinha!
Sou um fracasso depenado, mas fiz tudo certinho como a senhorita me pediu. Ou  nao existe ou é fechado e a sete chaves.
Por favor me poupe de viagens demasiadas, sendo bem realista, a observadora se apaixonou pelo relapso. Mas antes que se chateei... Eu sacudi uns bilhetinhos com indiretas no caminho de volta.  Algo que sugira disponibilizar um contato,  até formal. Se bem que o pessoal seria melhor, fazia ,depois desfazia. Com a devida inicial na busca, se procurar. .. acha! Olhe ! Digo mais! Se ficar mais difícil que isso, é melhor aproveitar e compor suas artes.  Divina inspiração!  Não me tome por rude, afinal fazemos negócios a muito tempo, 'né não?! Olhe! Roubar atenção está lhe saindo muito caro! Já tem os meios, falta o caminho...Pensando bem, vamos esperar! O destino os esperam há muito mais.
Parte  III
Revelar 
Velar
Lar
Ar
Parte 4
Tem que ter 
1
 caminho
'Pra fazer
 2
 meios 
Os fins

Brusca Sinalizando cansaço, meu pássaro-poema foi pondo poesia em tudo, pois nunca se sabe o quanto de dispersão uma pessoa pode ter. E todo esse documento ficará embrulhado por aí... nas caixas de correio. Física ou não. Real, virtual. Fala Direta? E algo me diz que não podem sair sozinhos de lá, muito menos se lerem. E acaso se lerem, não vai dá 'pra ouvir. É o caso de procurar, abrir. Ora! Uma vez desconfiado... Ai! Ai! Ui! Ui! Quanta pena suada atirada lá embaixo! (#crespamesmo ) #poetisa Parte II Abro a janela! Meu passaro-poema me conta fatos: Declaração amorosa é secreta por natureza, mas caixa de correio também. Há dificuldades que nem uma águia consegue combater. Que dirá euzinha! Sou um fracasso depenado, mas fiz tudo certinho como a senhorita me pediu. Ou nao existe ou é fechado e a sete chaves. Por favor me poupe de viagens demasiadas, sendo bem realista, a observadora se apaixonou pelo relapso. Mas antes que se chateei... Eu sacudi uns bilhetinhos com indiretas no caminho de volta. Algo que sugira disponibilizar um contato, até formal. Se bem que o pessoal seria melhor, fazia ,depois desfazia. Com a devida inicial na busca, se procurar. .. acha! Olhe ! Digo mais! Se ficar mais difícil que isso, é melhor aproveitar e compor suas artes. Divina inspiração! Não me tome por rude, afinal fazemos negócios a muito tempo, 'né não?! Olhe! Roubar atenção está lhe saindo muito caro! Já tem os meios, falta o caminho...Pensando bem, vamos esperar! O destino os esperam há muito mais. Parte III Revelar Velar Lar Ar Parte 4 Tem que ter 1 caminho 'Pra fazer 2 meios Os fins - 4 years ago

1 Likes
0 Comments
0
Voou

Tudo passa
Passado tudo
Passa tudo (#crespamesmo)
#poetisa

Voou Tudo passa Passado tudo Passa tudo (#crespamesmo ) #poetisa - 4 years ago

4 Likes
0 Comments
0
Canção de Primavera 
Desculpe-me, balão, 
não consigo cuidar de mim.
Vim parar neste mundão, para te amar 
e nesse amor me teci.
E bem me serve tecer balões
Não sou muito chegada à chão 
sei também que há gente voando 
com o próprio coração!

Eu posso levantá-lo!
É um coro!, tua consciência me fala
E pela tua cegueira 
é que estou tensa e cansada.
Desculpe-me, balão!
Meus textos diversam sem força, estão
evitando e engando àqueles 
que contra nós se levantarão... Tu és calor de Primavera 
Abraçando minhas plantas.
Adentro-te a minha infinita saudade
- o melhor de mim.
E voou por este caminho,
certa de que o teu tudo é um vão.
Inspiro fundo, desço à templos gramáticos
mais colorida que os balões do chão...
(#crespamesmo)
#poetisa

Canção de Primavera Desculpe-me, balão, não consigo cuidar de mim. Vim parar neste mundão, para te amar e nesse amor me teci. E bem me serve tecer balões Não sou muito chegada à chão sei também que há gente voando com o próprio coração! Eu posso levantá-lo! É um coro!, tua consciência me fala E pela tua cegueira é que estou tensa e cansada. Desculpe-me, balão! Meus textos diversam sem força, estão evitando e engando àqueles que contra nós se levantarão... Tu és calor de Primavera Abraçando minhas plantas. Adentro-te a minha infinita saudade - o melhor de mim. E voou por este caminho, certa de que o teu tudo é um vão. Inspiro fundo, desço à templos gramáticos mais colorida que os balões do chão... (#crespamesmo ) #poetisa - 4 years ago

4 Likes
1 Comments
0
Madrigal madrugada :
Aquilo que odeio em ti
É sua formosura 
Essa formosura que poucos têm 
A formosura no seu caso não é teoria
E formosura pode ser até ruim
Não é ruim em si 
Mas pelo que resume
Da delicadeza à sagacidade 
Aquilo que odeio em ti
Nem me chega à inteligência
Mas o meu espírito cativa
Tão frágil e tão luminoso
Borboleta-pé solta no inferno marginal da madrugada
Nem é teu talento 
Vossa atenção, minha atenção, os corações dos homens e as coisas
Confusas e solitários 
Aquilo que odeio em ti
Nem é teu gosto musical
Possessiva, eu não te largo dos papéis 
Quero-quero aéreo como teu pensamento Quero-quero  incomoda é mordaz 
Aquilo que odeio em ti
Não é o total desprendimento fútil 
E nem sua moral
Aquilo que odeio em ti é tua cegueira
Não perceber-se nas denúncias 
Estas mãos abertas com estas feridas 
Nem a bondade. Nem a tua dureza.
Aquilo que odeio em ti estima-me e corrompe-me 
Aquilo que odeio em ti é a cura!
(#Crespamesmo)
#poetisa

Madrigal madrugada : Aquilo que odeio em ti É sua formosura Essa formosura que poucos têm A formosura no seu caso não é teoria E formosura pode ser até ruim Não é ruim em si Mas pelo que resume Da delicadeza à sagacidade Aquilo que odeio em ti Nem me chega à inteligência Mas o meu espírito cativa Tão frágil e tão luminoso Borboleta-pé solta no inferno marginal da madrugada Nem é teu talento Vossa atenção, minha atenção, os corações dos homens e as coisas Confusas e solitários Aquilo que odeio em ti Nem é teu gosto musical Possessiva, eu não te largo dos papéis Quero-quero aéreo como teu pensamento Quero-quero incomoda é mordaz Aquilo que odeio em ti Não é o total desprendimento fútil E nem sua moral Aquilo que odeio em ti é tua cegueira Não perceber-se nas denúncias Estas mãos abertas com estas feridas Nem a bondade. Nem a tua dureza. Aquilo que odeio em ti estima-me e corrompe-me Aquilo que odeio em ti é a cura! (#Crespamesmo ) #poetisa - 4 years ago

2 Likes
0 Comments
0
Elegia de uma Ilha

Tu que viaja à favor do vento
Permaneça no ar
Flutua só
Que já me falta os pulmões
Tens mesmo a sina de voar
Não posso te prender a solidão
Por isso te fazes balão
Só assim poderia me certificar 
De que minha consciência não precisa de ti
E de que minha consciência tem espaço para ti
Os amores românticos são todos balões
Inspiram, e expiram-nos
É um desmatamento de dignidade
É um aterramento de orgulho
É um preenchimento de absurdo
Ah! Que absurdo! Pensar outro antes de mim.
Ah! Que absurdo! Prender outro aqui no meu calabouço.
Tu que corta! Tu que me corta água.
Deságua.
Como não poderia ser ego?
Chegou de repente um arranhão na garganta e um pensamento cheio de voz.
Segurei forte e mesmo assim tudo sairá, pelo nariz. 
Então deixe-me contornear tudo.
Meu mundo é uma confusão dos diabos.
E ao ver  minha loucura?
Certamente se assustaria.
Tu se ausentaria para sempre.
Sempre assim...
Mas essa dor é diferente. Eu consegui.
Eu posso desfocar de minha subconsciente realidade e ver este outro mundo, um mundo muito calmo...
para se invadir.
Se se trata-lhos pelo nome e já sem o nomear,  toma-se  madrugadas inteiras...
Meu maior interesse no momento, é ter a certeza que outro pelo menos ficará sabendo que 
é o próprio quem mantém a chama que mantém  esse silêncio dentro de si, esse silêncio comprado por todos,
todos que nem sequer conhecemos, e que são também "apaixonados" anônimos de alguém;
E eu digo em vossas faces, na oportunidade que me destes: Quero-quero! E nada mais.
Mas, aqui estou.
Até lá, torço daqui, caminho aqui, durmo e sonho aqui. Afinal, barco também 
veleja sozinho.
#poetisa

Elegia de uma Ilha Tu que viaja à favor do vento Permaneça no ar Flutua só Que já me falta os pulmões Tens mesmo a sina de voar Não posso te prender a solidão Por isso te fazes balão Só assim poderia me certificar De que minha consciência não precisa de ti E de que minha consciência tem espaço para ti Os amores românticos são todos balões Inspiram, e expiram-nos É um desmatamento de dignidade É um aterramento de orgulho É um preenchimento de absurdo Ah! Que absurdo! Pensar outro antes de mim. Ah! Que absurdo! Prender outro aqui no meu calabouço. Tu que corta! Tu que me corta água. Deságua. Como não poderia ser ego? Chegou de repente um arranhão na garganta e um pensamento cheio de voz. Segurei forte e mesmo assim tudo sairá, pelo nariz. Então deixe-me contornear tudo. Meu mundo é uma confusão dos diabos. E ao ver minha loucura? Certamente se assustaria. Tu se ausentaria para sempre. Sempre assim... Mas essa dor é diferente. Eu consegui. Eu posso desfocar de minha subconsciente realidade e ver este outro mundo, um mundo muito calmo... para se invadir. Se se trata-lhos pelo nome e já sem o nomear, toma-se madrugadas inteiras... Meu maior interesse no momento, é ter a certeza que outro pelo menos ficará sabendo que é o próprio quem mantém a chama que mantém esse silêncio dentro de si, esse silêncio comprado por todos, todos que nem sequer conhecemos, e que são também "apaixonados" anônimos de alguém; E eu digo em vossas faces, na oportunidade que me destes: Quero-quero! E nada mais. Mas, aqui estou. Até lá, torço daqui, caminho aqui, durmo e sonho aqui. Afinal, barco também veleja sozinho. #poetisa - 4 years ago

1 Likes
0 Comments
0
Nascendo:
A estrela é 
a terceira medida
do real solo.
-----------
#haicai 
#poema
#poetisa
(#crespamesmo)
#inté

Nascendo: A estrela é a terceira medida do real solo. ----------- #haicai #poema #poetisa (#crespamesmo ) #inté - 4 years ago

7 Likes
0 Comments
0
O que me protege?
Chorar. Choro sem capricho. Chamar atenção. Chamar atenção para ter seu proprio teto de vidro. Sorrir. Sorrir porque sobrou. Cantar. Cantar porque sentiu vontade. Brigar. Brigar com quem nao se vê. Saber como começar e logo esquecer.
Dar bicudos em bola na parede. Pentear-se. Choro.
Fazer "porquês". Mamar vontades. Sujar-se e perder as proprias roupas. Ser deixado para trás. Dar dedo. Pagar a língua! Correr, perder o fôlego. Esbugalhar os olhos. Acompanhar o que cresce.
E mergulhar no proprio ócio.
Tudo isso foi por água abaixo.
#Poesia

O que me protege? Chorar. Choro sem capricho. Chamar atenção. Chamar atenção para ter seu proprio teto de vidro. Sorrir. Sorrir porque sobrou. Cantar. Cantar porque sentiu vontade. Brigar. Brigar com quem nao se vê. Saber como começar e logo esquecer. Dar bicudos em bola na parede. Pentear-se. Choro. Fazer "porquês". Mamar vontades. Sujar-se e perder as proprias roupas. Ser deixado para trás. Dar dedo. Pagar a língua! Correr, perder o fôlego. Esbugalhar os olhos. Acompanhar o que cresce. E mergulhar no proprio ócio. Tudo isso foi por água abaixo. #Poesia - 4 years ago

5 Likes
0 Comments
0
E esse ofício, a coragem. Essa que nunca vem em uma só pasta. Vem em caixas, das pesadas. A gente fica rondando, evitando chegar perto. De forma obrigatória, acaba por abrir. A vida inteira estabelecendo um dialogo com essa desconhecida. Sem ao menos ser consultada , impedida, evitada. Ela simplesmente vem. Esta aí, sei lá  onde. E lá dentro das caixas, eu vi grandes cadernos. Muito grande, cheio de pastas. Pastas de A a Z. Tem pasta do meu nome. Do seu nome. Do nome de todo mundo. De todos os solteiros. Cada um com seu script. Longos. Breves. Ardilosos. Dóceis. Tímidos. Carinhosos. Nervosos. Mentirosos. Amorosos. Medrosos. Afoitos. Noturnos. Diurnos. Objetivos. Subjetivos. Cheirosos. Podres. Sinceros. Desonestos. Honestos. Sérios. Alegres. Extrovertidos. Introvertidos. Festeiros. Caseiros. Falantes. Cantantes. Lascivos. Cautelosos. Emocionais. Racionais.Enfim, apenas scripts. A pasta da coragem, abri, e lá dizia: O amor não se escolhe. Ele aparece e do nada, e deixa o coração quentinho. Faz perder poema. Mas faz a gente se achar.  gente se acha nesse mundão, viu?! Mas daí tu vai ter de me tirar daqui. Antes que a tua pasta fique empoeirada, e aquela outra pasta também. Ou alguém, com bem menos texto ou nenhum, a retire. Ou ela já nem esteja mais por aqui. Enfim, pastas e seus scripts. Scripts reais. E convenhamos, nem os escritores vivem da fantasia. Bora lá?!
(#crespamesmo)
#poema #prosa : Arriscando o espírito

E esse ofício, a coragem. Essa que nunca vem em uma só pasta. Vem em caixas, das pesadas. A gente fica rondando, evitando chegar perto. De forma obrigatória, acaba por abrir. A vida inteira estabelecendo um dialogo com essa desconhecida. Sem ao menos ser consultada , impedida, evitada. Ela simplesmente vem. Esta aí, sei lá onde. E lá dentro das caixas, eu vi grandes cadernos. Muito grande, cheio de pastas. Pastas de A a Z. Tem pasta do meu nome. Do seu nome. Do nome de todo mundo. De todos os solteiros. Cada um com seu script. Longos. Breves. Ardilosos. Dóceis. Tímidos. Carinhosos. Nervosos. Mentirosos. Amorosos. Medrosos. Afoitos. Noturnos. Diurnos. Objetivos. Subjetivos. Cheirosos. Podres. Sinceros. Desonestos. Honestos. Sérios. Alegres. Extrovertidos. Introvertidos. Festeiros. Caseiros. Falantes. Cantantes. Lascivos. Cautelosos. Emocionais. Racionais.Enfim, apenas scripts. A pasta da coragem, abri, e lá dizia: O amor não se escolhe. Ele aparece e do nada, e deixa o coração quentinho. Faz perder poema. Mas faz a gente se achar. gente se acha nesse mundão, viu?! Mas daí tu vai ter de me tirar daqui. Antes que a tua pasta fique empoeirada, e aquela outra pasta também. Ou alguém, com bem menos texto ou nenhum, a retire. Ou ela já nem esteja mais por aqui. Enfim, pastas e seus scripts. Scripts reais. E convenhamos, nem os escritores vivem da fantasia. Bora lá?! (#crespamesmo ) #poema #prosa : Arriscando o espírito - 4 years ago

8 Likes
2 Comments
0
Finito do meu infinito:
Enquanto o outro nao me diz saber 
Espero e não espero sossego
No curioso medo suave que adormeço
Me fez subita  lhe reescrever.

Porém, receio e de sobreaviso 
Minha poesia tem seu silêncio
Empata-me outras pois desconfio,
Será que o ato do engano, lhe serviu?

Ó vê que ódio abriga meu ser suspeito
A diversos transversos! Se escondendo!
Neste conto de fadas, tornarás lenda?

Arrisque! Ao teu sinal estarei atenta. 
Sei que meu código não capitou!
Devo enviar cada poema-indireta??!
(#crespamesmo)
#poema
#poetisa
Parte  II
Não te querer não é permitido
e em querer ou não querer chego 
A querer quando não te quero
pisa em meu coração sê frio eu aguento.

Querer à penas porque em ti vejo querer, 
Em ti desejo sem fim e, completude 
e ao passo de minha dor viajo pra mais distante
Observadora se apaixona por cegueira

Engolida até quando? Luz de meus devaneios,
os seus olhos sao cruéis, meu coração se parte inteiro, até janeiro
Confessando-me a chave do enigma

Essa coisa de amar me dá medo.
Como não odiar o amor ? Porque ele faz querer?,
porque faz querer, amar, esse sangue jogado no fogo?!
Parte III 
E falta sempre a mesma coisa, um contato, um ato, para ter no tato, resvalando sinceridade na palma, para não me faltar por ter muito falado, isso atado, do seu lado. Rói quanto mais se  pressume ter acreditado, que só o cego  aí não percebe que o código até  já  foi cantado. É hora de abrir a caixinha e ir se admirando com versos musicados. Quanto mais invento moda, mais moda tenho criado. E falta sempre a mesma coisa, um contato, que é 'pra eu musicar meu pedido, "Uma chance" , assim será intitulado. Quanto mais a prosa tenho para dividir inté as férias de setembro. Recomeçar na beirinha doutro semestre nossas primaveras celestes. Quanto mais o tempo passa mais me enquadra as estações. É que pensar em ti me dá  várias sensações. E falta sempre a mesma coisa, um contato.
Parte IV
Ojo abierto 
Abrazo esperada
 ventana de pecho
Parte V
E quando isso começou a andar 
Eu nem te seguia
E quando isto começar a desatar o que forçou 
Eu nem te surpreenderia

Finito do meu infinito: Enquanto o outro nao me diz saber Espero e não espero sossego No curioso medo suave que adormeço Me fez subita lhe reescrever. Porém, receio e de sobreaviso Minha poesia tem seu silêncio Empata-me outras pois desconfio, Será que o ato do engano, lhe serviu? Ó vê que ódio abriga meu ser suspeito A diversos transversos! Se escondendo! Neste conto de fadas, tornarás lenda? Arrisque! Ao teu sinal estarei atenta. Sei que meu código não capitou! Devo enviar cada poema-indireta??! (#crespamesmo ) #poema #poetisa Parte II Não te querer não é permitido e em querer ou não querer chego A querer quando não te quero pisa em meu coração sê frio eu aguento. Querer à penas porque em ti vejo querer, Em ti desejo sem fim e, completude e ao passo de minha dor viajo pra mais distante Observadora se apaixona por cegueira Engolida até quando? Luz de meus devaneios, os seus olhos sao cruéis, meu coração se parte inteiro, até janeiro Confessando-me a chave do enigma Essa coisa de amar me dá medo. Como não odiar o amor ? Porque ele faz querer?, porque faz querer, amar, esse sangue jogado no fogo?! Parte III E falta sempre a mesma coisa, um contato, um ato, para ter no tato, resvalando sinceridade na palma, para não me faltar por ter muito falado, isso atado, do seu lado. Rói quanto mais se pressume ter acreditado, que só o cego aí não percebe que o código até já foi cantado. É hora de abrir a caixinha e ir se admirando com versos musicados. Quanto mais invento moda, mais moda tenho criado. E falta sempre a mesma coisa, um contato, que é 'pra eu musicar meu pedido, "Uma chance" , assim será intitulado. Quanto mais a prosa tenho para dividir inté as férias de setembro. Recomeçar na beirinha doutro semestre nossas primaveras celestes. Quanto mais o tempo passa mais me enquadra as estações. É que pensar em ti me dá várias sensações. E falta sempre a mesma coisa, um contato. Parte IV Ojo abierto Abrazo esperada ventana de pecho Parte V E quando isso começou a andar Eu nem te seguia E quando isto começar a desatar o que forçou Eu nem te surpreenderia - 4 years ago

6 Likes
0 Comments
0
Load more posts
2018 - © Deskgram. All rights reserved.